terça-feira, 2 de novembro de 2010

\o/ Aniversario da Chavera Fernanda \o/


MAZAL TOV


\O/

Tevilah *-* em Paulínia

Shemini Atzeret


Shemini Atzeret, é a festa da conexão do Oitavo Dia de Assembléia, de acordo com o judaísmo. Depois de completar os sete dias de Sucot, o Oitavo dia significa que o judeu quer permanecer mais um dia na Sucá (na presença Divina).

domingo, 19 de setembro de 2010

Sucot

Sucot (do hebraico סוכות ou סֻכּוֹת sukkōt, cabanas) é um festival judaico que se inicia no dia 15 de Tishrei de acordo com o calendário judaico. Também conhecido como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas ou, ainda, festa das colheitas visto que conincide com a estação das colheitas em Israel, no começo do Outono. É uma das três maiores festas, conhecidas como Shalosh Regalim, onde o povo de Israel peregrinava para o Templo de Jerusalém.

O Sucot relembra os 40 anos de êxodo dos judeus no deserto após a sua saída do Egito. Nesse período o povo judeu não tinha terra própria, eram nômades e vivam em pequenas tendas ou cabanas frágeis e temporárias. Como forma de simbolizar este período, durante a celebração de Sucot, os judeus deixam as suas casas e se abrigam sob folhas e galhos ao ar livre, simbolizando a sucá. A sucá deve ser erguida ao ar livre e deve ser constituída de palha ou folhagem, que possibilita ver-se o céu. Deve ter pelo menos 3 paredes as quais não devem estar pregadas ao teto. Além desta passagem pelo deserto, a sucá também simboliza todos os judeus que moram na diáspora, ou seja, fora de Israel. Outro ritual que se faz em Sucot é a oferenda da água. Esta era uma cerimônia que precedia a época das chuvas e a água, por ser um elemento vital, era implorada a Deus pelos camponeses. Assim como o uso dum ramo com quatros espécies, assim precisamente chamado (arba'á minim)em hebraico, e em que uma delas é designada por lulav.

YOM KIPUR




O Yom Kipur ou Kippur (do hebraico יום כיפור , IPA: [ˈjɔm kiˈpur]) é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 25 horas e reza intensa.

Datas

Seguem-se as datas dos próximos Yom Kipur, segundo o calendário gregoriano:

Nota: o feriado começa no pôr do sol do dia precedente às datas referidas.

Proibições

Existem 5 proibições no Yom Kipur:

  1. Comer (come-se um pouco antes do pôr-do-sol ainda na véspera do dia até o nascer das estrelas do dia de Yom Kipur);
  2. Usar calçados de couro;
  3. Relacionamento conjugal;
  4. Passar cremes, desodorante, etc. no corpo;
  5. Banhar-se por prazer.

A essência destas proibições é causar aflição ao corpo, dando, então, prioridade à alma. Pela perspectiva judaica, o ser humano é constituído pelo yetzer hatóv (o desejo de fazer as coisas corretamente, que é identificado com a alma) e o yetzer hará (o desejo de seguir os próprios instintos, que corresponde ao corpo). Nosso desafio na vida é "sincronizar" nosso corpo com o yetzer hatóv. Uma analogia é feita no Talmud entre um cavalo (o corpo) e um cavaleiro (a alma). É sempre melhor o cavaleiro estar em cima do cavalo!

Orações

Durante as orações fala-se o Vidui, uma confissão, e Al Chet, uma lista de transgressões entre o homem e Deus e o homem e seu semelhante. É interessante notar duas coisas: primeiro, as transgressões estão em ordem alfabética (em hebraico). Isto torna a lista bastante abrangente, além de permitir a inclusão de qualquer transgressão que se queira na letra apropriada.

Em segundo, o Vidui e Al Chet estão no plural, o que pretende transmitir a ideia de que o povo judeu é um povo "entrelaçado", onde todos devem ser responsáveis pelos outros. Mesmo não cometendo uma determinada ofensa, pretende-se transmitir uma carga de responsabilidade por aqueles que a cometeram - especialmente se a transgressão pudesse ter sido evitada por aqueles que não arcarão com as culpas.

Yom Kippur (1878)

Dia do Perdão

Durante um longo ano comete o homem toda sorte de erros, atropelos, voluntários, involuntários. O processo da teshuvá (arrependimento, retorno ao bem) não poderá realizar-se magicamente em um dia. A tradição judia coloca ao mês de EluI, último do ano, como prefácio para ir preparando o homem para a reflexão profunda, até o grande caminho interior. Cedo, nas manhãs de Elul se ouve o som do shofar: Desperta povo!

Uma semana antes de Rosh Hashaná, também durante a madrugada, se dizem as orações que se chamam "selichot" - perdões). O 1º de Tishrei é o grande dia, a base para um ano novo e um novo ano de vida. Depois seguirão nove dias até o dia do perdão. Dez dias, para aprofundar-se dentro de si, afastar o mal, aproximar o bem. O processo chega a sua culminância no dia 10º de Tishrei : Yom Kipur.

A expiação, Kipur, na raiz hebraica, refere-se ao "que cobre", ou seja, o castigo que envolve o ato perverso. Tudo o que se pode anular, deter ou parar é o castigo; mas não o ato cometido; esse ato está aí e a única maneira de superá-la é através de uma transcendental modificação da conduta pessoal posterior. Os atos são do homem, seguirão sendo dele, e a conseqüência, sua responsabilidade. Deus pode apagar o castigo, não o ato. O jejum - que acompanha todo o dia do perdão - por sua parte não faz milagre. O jejum do dia não sacrifica nada a favor de Deus, sendo que tal idéia seria eminentemente pagã. O que faz é reconcentrar o homem em seu espírito, afastá-lo, por algumas horas, da servidão do homem ao corpo e a suas necessidades.

Observa-se também que as más ações ou transgressões têm duas polaridades: uma do homem em relação ao homem e a outra, do homem em relação a Deus. A primeira é a da vida diária, exterior, social e inter-humana. A outra, do âmbito da alma, é o segredo da consciência. A primeira é coisa de homens, e os homens têm de resolvê-la: "As transgressões que vão de homem a homem, não são expiadas pelo Yom Kipur, se antes não forem perdoadas pelo próximo ".

Daí que se costuma pedir previamente o perdão de nossos semelhantes, se eles não perdoam, Deus não poderá intervir.

Jejum no Yom Kipur

É o dia do perdão - quando Deus perdoa a todo Israel. Durante esse dia, nada pode ser comido ou bebido, inclusive água. Não é permitido lavar a boca, escovar os dentes ou banhar o corpo. Somente o rosto e as mãos podem ser lavados pela manhã, antes das orações. Não se pode carregar nada, acender fogo, fumar, nem usar eletricidade. O jejum não é permitido para crianças menores de 9 anos, pessoas gravemente enfermas, mulheres grávidas e aquelas que deram a luz há menos de trinta dias.

Se uma pessoa enquanto estiver jejuando passar mal, a ponto de quase desmaiar, deve-se lhe dar comida até que se recupere. Se houver perigo de uma epidemia, e os médicos da cidade aconselharem que é necessário comer a fim de resistir à moléstia, exige-se que todos comam.

Existem outras proibições, além daquelas contra trabalhar, comer ou beber. As relações conjugais são proibidas, bem como o uso de perfumes e ungüentos, exceto para fins médicos. Além disso, sapatos e outras peças da indumentária feitas de couro não podem ser usadas no Yom Kipur, pois não se pode usar nenhum material para o qual seja necessário matar um animal.

Após o Yom Kipur, espera-se que haja festa e alegria, não perdendo de vista o fato de que o feriado é um dia santo de júbilo.

Os 10 melhores filmes de temas judaicos

Todas as listas, a propósito de quaisquer assuntos, nas quais se pretenda apontar os dez melhores de algum setor, são passíveis de contestações. É simplesmente impossível obter unanimidade ou consenso. O mesmo se aplica a esta lista, destinada a apontar os dez melhores filmes com temática judaica, realizados desde o advento do cinema falado.
A seleção aqui apresentada não corresponde necessariamente ao meu gosto pessoal. Elaborei uma longa lista com filmes de contexto judaico e preocupei-me em destacar aqueles que transcenderam, foram importantes por diferentes motivos na época de suas realizações e, desde então, vêm tocando a mente e o coração das pessoas.
Neste sentido, um filme emblemático é "O Grande Ditador " (The Great Dictator), de Charles Chaplin, que, a rigor, só tem como referência judaica a circunstância dos protagonistas serem judeus. Entretanto, Chaplin foi o primeiro grande produtor cinematográfico a denunciar com as armas do humor, antes ainda do início da Segunda Guerra, a perseguição aos judeus na Alemanha nazista e a ameaça que Hitler representava para o mundo.
No tocante à luta pela criação do Estado de Israel, há três filmes com conteúdo significativo: "Adaga no Deserto" (Sword in the Desert), "O Malabarista" (The Juggler) e À Sombra de um Gigante (Cast a Giant Shadow). Os três juntos, porém, não chegam a alcançar a dimensão de "Exodus". O primeiro, que aborda a imigração ilegal para a antiga Palestina, é pioneiro em matéria de endosso de Hollywood à causa sionista, tendo sido lançado em 1949, apenas um ano depois da independência israelense. O segundo, de 1953, filmado em Israel mesmo, conta a história de um refugiado do Holocausto, vivido por Kirk Douglas, que não consegue se adaptar às novas e precárias condições de vida do estado judeu. O terceiro, de 1966, conta a história verdadeira do coronel do exército americano, David Marcus (novamente Kirk Douglas), que lutou como voluntário na Guerra de Independência de Israel e foi um dos principais responsáveis pela vitória na batalha pela abertura da chamada "Burma Road", que rompeu o cerco imposto pelos jordanianos à cidade de Jerusalém. O coronel Marcus foi morto, por acidente, por um sentinela judeu quando, à noite, não soube responder em hebraico a uma senha que lhe estava sendo pedida.
Além da lista dos dez mais, vale destacar as inúmeras e divertidas menções judaicas existentes nos filmes de Woody Allen (principalmente uma cena antológica em Broadway, Danny Rose que mostra velhos atores e empresários judeus reunidos na mesa de uma delicatessen). O universo chassídico revelado em "O Eleito" (The Chosen). Os índios que falam ídiche em "Banzé no Oeste" (Blazing Saddles), de Mel Brooks. A pungente Madame Rosa interpretada por Simone Signoret. A imponência de Charlton Heston como Moisés, em "Os Dez Mandamentos" (The Ten Commandments). A ingenuidade política dos aristocratas judeus italianos em "O Jardim dos Finzi-Contini". A adaptação para o cinema de Focus , o único romance de Arthur Miller, no qual o principal personagem é humilhado e perseguido por ter a aparência de judeu, embora não fosse. A impetuosidade do personagem Duddy Kravitz, vivido por Richard Dreyfus, na transposição para a tela de um romance do canadense Mordecai Ricler. O belo trabalho de Rod Steiger em "O Homem do Prego" (The Pawnbroker), dirigido pelo judeu Sidney Lumet, o primeiro filme americano de ficção a encenar os horrores de um campo de concentração. A luta pela sobrevivência e o comportamento contraditório de um jovem judeu, durante o Holocausto, no filme alemão Europa, Europa. A excepcional atuação de Zero Mostel em "Testa de Ferro por Acaso" (The Front), filme sobre a época do macartismo, que perseguiu atores, diretores, roteiristas e outros profissionais do cinema e do teatro americano, resultando numa lista negra de supostos comunistas, a maioria judeus. O próprio Mostel, aliás, esteve nessa lista e, quando foi chamado para depor perante o comitê do senado americano, perguntaram-lhe para qual estúdio trabalhava e ele respondeu: "19th Century Fox".
Com referência ao processo Dreyfus, que denuncia o anti-semitismo na França já no século 19, há dois filmes expressivos: "Eu Acuso!" (The Life of Emile Zola), de 1937, com Paul Muni, ator consagrado no teatro ídiche de Nova York, no papel central, e "A Ilha do Diabo" (I Accuse), de 1958, com José Ferrer. Ainda em matéria de anti-semitismo, é muito importante o filme "O Homem de Kiev" (The Fixer), de 1968, baseado num romance do americano Bernard Malamud, que narra a história espantosa e verdadeira do judeu Mendel Beiliss, acusado, em 1912, de assassinar uma criança cristã para extrair seu sangue para um ritual secreto. Beiliss foi absolvido e alguns historiadores associam este fato ao início da derrocada do czarismo na Rússia.
Ficou fora da lista a excelente minissérie "Holocausto" (Holocaust), por se tratar de uma produção para a televisão (475 minutos de duração), que foi exibida dublada no Brasil, prejudicando a avaliação da qualidade de interpretação de um elenco de peso. A mesma questão da dublagem se aplica a outras boas realizações para a televisão como Rebelião em "Sobibor" (Revolt in Sobibor), "A Casa da Rua Garibaldi" (The House on Garibaldi Street), que conta a captura do criminoso de guerra Adolf Eichmann, em Buenos Aires, a minissérie com 880 minutos "Os Ventos da Guerra" (The Winds of War), que contém um dramático segmento sobre o campo de concentração de Theresienstadt, "A Amarga Sinfonia de Auschwitz" (Playing for Time), roteiro de Arthur Miller, e "Vidros Quebrados" (Broken Glass), também de Miller (ainda não exibido no Brasil e, se for, que não seja dublado), cuja ação gira em torno da infame "Noite dos Cristais". Feitas essas ressalvas, a par de muitas outras que decerto ficaram faltando, segue a lista dos dez mais, em ordem alfabética, para que a colocação não signifique prevalência.


Adeus, Meninos
O diretor Louis Malle assistiu, quando criança, a um episódio dramático ocorrido em sua escola primária: a Gestapo prendeu um padre católico e três meninos judeus por ele acobertados. Foi esta a gênese de seu filme, de 1987, que retrata o drama vivido pelos judeus durante a ocupação nazista da França. De certa maneira, há no filme uma conotação autobiográfica na medida em que Malle imagina como teria sido sua amizade com um daqueles colegas judeus que viria a ser deportado para Auschwitz. Em "Adeus, Meninos" (Au Revoir, les Enfants) tudo é visto através da inocência da infância, uma condição que vai sendo perdida enquanto se avoluma a tragédia da guerra.


A Lista de Schindler
Além deste filme ser baseado numa história rigorosamente verdadeira, Schindler's List é do ponto de vista artístico o melhor filme até hoje realizado sobre o Holocausto. A par das cenas de atrocidades e assassinatos cometidos pelos nazistas, a sabedoria do diretor Steven Spielberg foi limitar-se a descrever a trajetória de Oskar Schindler (Liam Neeson), sem aprofundar-se em sua alma ou motivações.
Schindler, na vida real, era um industrial alemão corrupto, devasso, trapaceiro, jogador viciado, aproveitador da guerra e membro do partido nazista. As circunstâncias levaram-no a ser o proprietário de uma metalúrgica na Cracóvia onde empregou mais de mil prisioneiros judeus. Ganhou muito dinheiro com esse trabalho escravo e acabou renunciando a tudo para salvá-los de um campo de extermínio, através da elaboração de uma lista apresentada às autoridades nazistas com o argumento de que se tratava de gente indispensável para o funcionamento da fábrica.


A Luz É Para Todos


Na década de 40, embora os maiores estúdios de Hollywood pertencessem a judeus, estes se colocavam à margem de qualquer tema referente a eles ou ao judaísmo, por conta do enorme esforço que faziam para erradicar sua imagem de imigrantes e serem aceitos pela sociedade americana. Entretanto, depois da guerra, as primeiras informações referentes ao Holocausto começaram a mudar seu comportamento, mas foi Darryl F. Zanuck, de religião metodista, conservador e republicano convicto, diretor de produção da Fox, quem decidiu abordar com inusitada coragem, em 1947, o tema do anti-semitismo existente nos Estados Unidos. O roteiro do filme (Gentleman's Agreement, título original), baseado num romance de Laura Z. Hobson, coube ao judeu Moss Hart e ao não-judeu Elia Kazan, que já despontava como um dos maiores nomes de Hollywood, a direção.


Exodus


Baseado no episódio verdadeiro do navio de refugiados de nome Exodus, barrado pelos mandatários ao aproximar-se da costa da antiga Palestina, o filme narra os eventos cruciais ocorridos em 1947 que culminaram com a criação do Estado de Israel. Até hoje, nenhuma outra produção do cinema abordou este tema com tanta acuidade, tendo inclusive criado dois importantes personagens inspirados em Menachem Begin (David Opatoshu) e David Ben Gurion (Lee J. Cobb). O primeiro, promovendo atos terroristas contra os ingleses, o segundo, buscando uma solução diplomática para a antiga Palestina. Além disso, o filme também aborda o problema entre árabes e judeus, mostrando que ambos são vítimas de um conflito e animosidade que, em princípio, não desejavam.


O Cantor de Jazz


Inspirada num conto literário depois adaptado para o teatro, com sucesso, a fita conta a história do jovem Jacob Rabinowitz (Al Jolson), filho de um rabino, que muda o nome para Jack Robin e se torna um astro de sucesso na Broadway. Na noite da estréia de um novo espetáculo, que coincide com o Yom Kipur, Jack decide deixar o teatro e ir para a sinagoga ocupar o lugar do pai moribundo, com quem havia cortado relações. As cenas seguintes, configuradas num lacrimoso dramalhão, mostram o rapaz cantando o Kol Nidrei enquanto o pai está morrendo. Na noite seguinte, ele volta para o teatro e arrebata o público cantando My Mammy, a marca registrada do grande Al Jolson, e sendo aplaudido por sua estereotipada "ídiche mame" na platéia.
O filme estreou em Nova York no dia 6 de outubro de 1927, véspera do Yom Kipur, arrecadou portentosas bilheterias, mas os irmãos Warner não puderam comparecer. Um deles, Sam, tinha morrido um dia antes. O Cantor do Jazz teve suas refilmagens. Uma, em 1953, medíocre. Outra, em 1980, com o cantor Neil Diamond como Jack e na qual Laurence Olivier interpreta o rabino, de forma soberba.


O Diário de Anne Frank


Este filme, de 1959, foi o primeiro de Hollywood a abordar diretamente o Holocausto. A partir do livro da jovem holandesa, também adaptado para o teatro, emocionou e continua comovendo milhões de pessoas em todo o mundo, abrangendo até hoje mais de 30 milhões de exemplares, em 55 idiomas.
O Diário de Anne Frank, realizado em preto e branco, ganhou seis prêmios da Academia, inclusive o de melhor atriz coadjuvante, para a atriz judia Shelley Winters. Mesmo assim, sofreu inúmeras restrições por falta de fidelidade ao Diário, tentando fazer prevalecer um sentimento universal de sofrimento sobre a tragédia específica a que os judeus estavam sendo submetidos, já que o filme não alude aos extermínios nos campos de concentração. De qualquer maneira, O Diário de Anne Frank resultou num filme importante, ao tempo de sua realização, por ter aberto uma porta que permanecia fechada por quase quinze anos.


O Grande Ditador


Os magnatas judeus dos estúdios de Hollywood permaneceram em silêncio quando os judeus começaram a ser perseguidos pelos nazistas, após a ascensão de Hitler ao poder. O primeiro homem de cinema a denunciar o que estava acontecendo na Alemanha foi o não-judeu Charles Chaplin, que muita gente pensava que fosse, mesmo porque ele jamais disse que não era.
Em sua autobiografia, Charles Chaplin escreveu que se ele pudesse ter imaginado que o nazismo viria a atingir tamanho grau de crueldade homicida, não teria feito uma sátira sobre Hitler, mas o teria atacado de forma frontal. O final do filme é condizente com o tempo em que foi realizado. Num grande comício, igual aos promovidos por Hitler, o barbeiro judeu acaba assumindo o lugar do ditador e faz um discurso pacifista, um tanto melodramático, bem ao estilo de Chaplin.


Shoah


O filme contém depoimentos de judeus que sobreviveram aos campos de extermínio, de pessoas, sobretudo poloneses, que moravam nas proximidades dos campos, sabiam o que estava acontecendo, ouviam os gritos das vítimas, e permaneceram indiferentes a tudo e, surpreendentemente, de oficiais da SS que serviram nos campos e concordaram em falar perante a câmera, enquanto outros foram filmados com uma câmera oculta enquanto falavam com o entrevistador.


Um Violinista no Telhado


Além do sucesso no cinema, "Um Violinista no Telhado", concebido a partir de um conto do escritor ídiche Sholem Aleichem, teve excepcional carreira na Broadway. Estreou em 1964 e saiu de cartaz em 1971, com um total de 3.242 representações e mais de 20 milhões de dólares de arrecadação na bilheteria. Além dessa montagem, muitas outras se sucederam, inclusive em dezesseis idiomas diferentes, em 32 países. Há um destaque especial para a remontagem de 1994, quando foi celebrado o trigésimo aniversário da produção, tendo Topol no principal papel, numa excursão que percorreu de costa a costa os Estados Unidos.


Yentl


Assim como "Um Violinista no Telhado", "Yentl ", produzido, dirigido e protagonizado por Barbra Streisand, também corresponde a uma visão cândida, ingênua e apaixonada da vida judaica na shtetl. O filme se baseia num conto do escritor Isaac Bashevis Singer, detentor do Prêmio Nobel de Literatura, e conta a história de uma jovem que, devotada à religião e seus ritos, se faz passar por rapaz, caso contrário não poderia freqüentar a yeshivá, a escola voltada para os estudos da Torá e do Talmud.
O filme tem, ainda, a particularidade de ser o único que conta com uma mulher no papel central; uma mulher que, a rigor, é amorosamente feminina ao mesmo tempo em que é feminista por intuição. Barbra Streisand conta que foi longo o caminho que percorreu até chegar à realização de Yentl e até reincorporar o judaísmo em sua vida. O ponto inicial foi o bar mitzvá de seu filho Jason (com o ator Elliot Gould), em 1980.
Zevi Ghivelder é escritor e jornalista

domingo, 12 de setembro de 2010

"Shir la'ahava"



Yachad -
lev el lev niftach venir'eh,
t'aor shebashamayim
Yachad -
lev el lev niftach betikva - la'ahava.
Ech shehalev niftach
chovek yad la'olam
Uvikria gdola
nashir la'ahava.
Imru hakol efshar,
ze lo meuchar,
Hashachar kvar ala,
ze zman le'ahava.
Yachad -
lev el lev niftach venir'e,
t'aor shebashamayim
Yachad -
lev el lev niftach betikva - la'ahava.
Verak im na'amin,
uvli shum da'awin,
Baderech ha'ola,
ze shir la'ahava.


Tradução - Juntos ♥

Juntos
Coração a coração os abriremos
e veremos a luz que há no céu.
Juntos
coração a coração os abriremos
na esperança de amar
Quando o coração se abre
abraça o mundo
Com um grito forte
cantaremos o amor.
Se ELE tudo pode
não é tarde demais.
Já está amanhecendo
é tempo de amar
Juntos ...
E somente se crermos
sem preocupação
no caminho que surgirá
esta será uma canção de amor.

*-* Rosh Hashana *-*

SHANA TOVA UMETUKÁ




Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה , literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo no judaísmo. Dentro da tradição rabínica, o Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano no calendário judaico rabínico e sétimo mês no calendário bíblico.

A Torá refere-se a este dia como o Dia da Aclamação (Yom Teruá Levítico 23:24), pelo que os judeus caraítas seguem esta data mas não o consideram como princípio do ano.

Já a literatura rabínica diz que foi neste dia que Adão e Eva foram criados e neste mesmo dia incorreram em erro ao tomar da árvore da ciência do bem e do mal. Também teria sido neste dia que Caim teria matado seu irmão Abel. Por isto considera-se este dia como Dia de Julgamento (Yom ha-Din) e Dia de Lembrança (Yom ha-Zikkaron), o início de um período de instrospecção e meditação de dez dias ( Yamim Noraim) que culminará no Yom Kipur, um período no qual se crê o Criador julga os homens.



A comemoração é efetuada durante os dois primeiros dias de Tishrei conforme o costume pós-exílico para se garantir a comemoração no dia correto nas comunidades da Diáspora.

A celebração começa ao anoitecer na vespéra com o toque do shofar. É costume se comer certos alimentos representativos durante o Rosh Hashaná como maçãs com mel e açúcar para representar um ano doce. Também se come "Rosh shel Dag", cabeça de peixe. Esse alimento incentiva a começar um ano bom com a cabeça, a parte mais alta do corpo. Durante a tarde do primeiro dia se realiza o tashlikh, um costume de recitar-se certas preces e jogar pedras ou pedaços de pão na água como um símbolo da eliminação dos pecados.

Durante os Yamim Noraim muitas orações (selichot) e poemas religiosos ( piyuttim) são entoados junto com as orações normais.


domingo, 29 de agosto de 2010

8 ) " Aprender Brincando " XD



Neste Shabat (18- Elul) Iniciamos com o Projeto *Aprender Brincando* com nossas crianças. Inicialmente com a reunião dos pais e crianças, juntamente com o Rosh Yeshaiahu e Shamash Eliahu e os responsáveis pelo prjeto (Chaverot Hanna, Melissa e Dara e chaver Daniel)e todos os demais colaboradores; onde ficaram estabelecidas as regras e disciplinas que serão aplicadas. Foi comentado tambem sobre a postura dos pais em relação aos filhos fora da Kehilah, ficando os mesmos responsaveis por acompanhar o desenvolvimento dos filhos. Além das aulas no periodo da manha, que são os estudos das lições e parashot, pensamos em ocupar o periodo da tarde com as crianças, trabalhando com uma metodologia diferenciada.
As crianças aprenderão alem da oração do Shemah e o hino de Israel (que é primordial para todos da congregação), cantar canticos em hebraico, dançar, tocar (elas vão montar seus próprios instrumentos), atuar, escrever e ler termos em hebraico, sempre de forma descontraida atraves de gincanas, filmes biblicos e palestras. Além do projeto no Shabat, as criançar poderão ir nos domingos marcados para aprender a fazer Chala e outras comidas tipicas da cultura judaica, colocar em prática o que elas vem aprendendo nos Shabatot.
Vamos incentivar também durante a prendizagem do atuar, as crianças à assumirem os diferentes papéis dos chaverim na kehilah, desde o porteiro até o rosh, para que eles aprendam as atividades de cada um e sua responsabilidade na beit, uma maneira diferente de prepará-los para o futuro.
Agredecemos a colaboração de todos para este projeto.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

"ACHED 2010*

Le ached- Aconteceu dia 08 e 09 de agosto em Caieiras, interior de São Paulo.


"Eventos de dança: referencial para as kehilot do Brasil"





Palestras e muita comunhão com nossos chaverim!!! Primeiro Ached onde tivemos não só representações de Curitiba, tivemos a honra de receber também representações de Caxias do Sul, Espirito Santo, Rio de Janeiro, Vacaria e muitos outros lugares. Palestra com Rosh Ezrah, predica com Rosh Yshai e muita descontração com os jovens. Para saber mais confira no dvd Le Ached que em breve sera lançado, esse ano com o tema "Chazack" .



Esse ano também com a novidade de transmissão ao vivo pela intenet e cobertura do evento com o programa Bastidores!!! Parabéns a toda equipe que trabalhou para que esse evento acontecesse!!!






Voce não pode perder o próximo!!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

*LE ACHED 5770*



Você ainda pode partcipar desse grande evento: LeAched de 5770!
Este ano em Caieiras- SP, No Centro Educacional Isaura Neves!!!
Grande encontro Unir: Não fique de fora!!!







Este video foi retirado:

http://www.youtube.com/user/BastidoresIsraelitas

Aproveite e veja uma grande coletania de vídeos do nosso Povo!!!

O Programa Bastidores existe para matar a curiosidade de nossos amigos em saber como funciona a CINA. Mostrar como são produzidos nossos materiais, lições, programas de TV e rádio, apresentar as congregações pelo Brasil, o trabalho dos líderes. É apresentado por uma equipe jovem, com o Cristian, Cristiano e Yoel, além do Rosh Moshê.



terça-feira, 22 de junho de 2010


CHAG SHAVOUT

Em nossos dias (visto não temos o Beit Hamicdash), a festa de Shavuot não tem Mitsvot (mandamentos) específicos da Torá que caracterizem o significado desta Festa como os das outras, como Pessach ( a proibição de Chamêts e o preceito de Matsá), Sucot ( os preceitos da Cabana e das Quatros Espécies – Lulav, Etrog, Hadas e Aravá). Porém, esta Festa se destaca por um conteúdo rico e elevado significado espiritual, que ganham expressão por meio de uma riqueza de costumes e grandes idéias que se consolidaram ao longo dos séculos, no seio das comunidades judias através do mundo. O significado multifacetado desta Festa se reflete nos seus diversos nomes, que aparecem nas antigas fontes: Festa da Safra, Festas das Primícias, Festa da outorga da Torá, Festa das Semanas, Atseret (Conclusão) e outros. Cada nome expressa um aspecto da essência da Festa.

“CONTAGEM DO OMER”

A Torá não menciona uma data exata para a Festa de Shavuot, de maneira ao “Sefirat haômer” (a contagem de dias entre Pessach e Shavuot). Começamos a “contagem do ômer a partir do segundo dia de Pessach – dia 16 de Nissan – contando 49 dias, que são sete semanas, e no qüinquagésimo dia festejamos Shavuot. Temos o costume de fazer uma “berachá” (benção) especial, todas as " Contagens do Ômer” tem duplo significado: agrícola e espiritual. As três Festas de peregrinação são caracterizadas pela Torá também pelas estações vigentes na Terra Santa. A estação da safra começa na época de Pessach, quando a primeira cevada é cortada, da qual se leva um “Ômer”(nome de uma medida de volume de mais ou menos 4 Litros) ao Beit Hamicdash, em sinal de gratidão. A partir daquela data começa a amadurecer o resto dos produtos da terra.

Em Shavuot termina a safra com o corte do trigo. A Festa de Sucot, por sua vez, que a Torá chama de Festa da Colheita, vê o encerramento anual de todos os trabalhos agrícolas. Segundo o preceito da Torá, todo dono de terra que colheu qualquer uma das sete espécies, pelas quais se destaca Erets Yisrael – trigo, cevada, uva , figo, romã, azeitona e tâmara – era obrigado a levar as primícias desses produtos( Bicurim) ao Beit Hamicdash aos cohanim (sacertodes). O prazo para levar Bicurim do Beit Hamicdash se prolongava desde Shavuot até a Festa de Sucot. É devido à safra, que chega ao seu ponto alto nesta época, que se chama a Festa da Safra, conforme está escrito: “e a festa do corte dos primeiros frutos, que tiveres semeado no campo” (Ex. 23,16).

No tempo do Beit Hamicdash, quando a maioria do nosso povo vivia em paz na Terra Santa e lavrava a terra, a agricultura marcou profundamente o caráter da Festa. A época de Bicurim era inaugurada com a impressionante cerimônia da apresentação da “oferenda dos Pães”, que a Torá chama de oferenda nova” ( Num. 28,26).

OUTORGA DA TORÁ

Depois da destruição do Templo, quando nosso povo se dispersou entre os povos de mundo e se afastou de sua pátria, a alegria do recebimento da Tora, a qual nos foi dada em Shavuot, se tornou o principal conteúdo desta Festa. O próprio nome “Festa da Outorga da Torá” originou dos Homens da Grande Assembléia que viveram e atuaram no início da era do Segundo Templo, na época quando foram redigidas nossas orações.

“Atseret”é mais um nome desta Festa, que aparece nas fontes Rabínicas. A palavra significa abster-se, isto é, de toda obra, que hoje em dia, desde a destruição do Templo, é a única imposição da Tora, referente a Shavuot, que está em vigor. Há os que consideram a insistência dos nossos Sábios em chamar esta Festa pelo nome de Atseret um eco da grande polêmica fundamental, que havia entre os Saduceus, mais tarde sucedidos pelo caraitas, aqueles na época do Segundo Templo, estes na dos Gaonitas (Séc. VI-XI), e os Fariseus, no tocante à data desta Festa. Devido a uma interpretação errônea da expressão da Torá(“mimachorat hashabat”), os Saduceus e os caraitas consideravam Shavuot uma festa móvel, que sempre tinha de cair em um domingo. Para marcar sua discordância, os nossos Sábios usaram o nome de Atseret, para deixar claro que era diferente do Shavuot das Saduceus e caraitas, e era celebrado sempre cinqüenta dias após Pessach.

Realmente, Shavuot não conta com preceitos específicos, como Pessach e sucot, contudo as comunidades judaicas do Leste e do Oeste supriram, ao longo dos séculos, esta falta e deram expressão ao significado do dia através de costumes e símbolos que exprimem, em uma atmosfera singular, o significado íntimo da Festa.

Um dos costumes mais difundidos, é comer comidas de leite e queijo em Shavuot, havendo para isto vários motivos. Um deles é o seguinte: quando o povo de Israel voltou do Monte Sinai, tendo aceitado as Leis da Torá, inclusive as referentes ao cashrut, não podiam mais usar seus utensílios, e tiveram de recorrer a alimentos de leite.

Um outro costume é enfeitar as sinagogas com plantas e flores bonitas e com enfeites de chamam, no folclore judaico, “shoshanot”(lírios). O verde simboliza a pastagem que havia em volta do Monte Sinai

e as plantas e árvores expressam o que os nossos Sábios dizem, que as frutas das árvores são abençoadas em Shavuot.

VIGÍLIA

Um costume conhecido, aceita em todos os recantos do mundo judaico, é o estudo da Torá, durante a noite inteira de Shavuot. este costume é muito antigo. Os eruditos estudam e se aprofundam na sabedoria da Torá, com grande entusiasmo e alegria. Outros recitam o “Ticun Lêl Shavuot”, que é uma coletânea de trechos do Tanach (Bíblias) e Midrashim (ensinamentos) dos nossos Sábios que foi composto pelos cabalistas em Tsefat, no século XVI. Terminado o estudo, ao raiar do sol encerra-se a vigília com a oração matutina festiva. As comunidades ashkenazim têm o costume de ler a poesia, escrita em aramaico, conhecida pelo nome de ACDAMUT (introdução), que compreende noventa estrofes, que terminam todas elas com a silaba “ta”. Seu conteúdo é uma canção de louvor a D-us por ter escolhido o povo de Israel para ser Seu Povo, uma definição da condição de sua fé em relação à dos outros povos e a expressãoLIVRO DE RUTE

Um outro costume sagrado é a leitura do livro de Rute, em SHAVUOT, que é um dos “cinco Rolos” das Escrituras Sagradas. Há diversas explicações para isso. O acontecimento central do livro ocorre na época da safra, que é a época de Shavuot. o personagem principal é Rute, que aceitou a fé judaica, assim como o nosso povo aceitou sua identidade judia, na Festa de Shavuot. além do mais, o livro de Rute contém a ascendência do Rei David (que era bisneto de Rute) que, de acordo com a tradição, nasceu e morreu em Shavuot, um novo Sêfer Torá nas Sinagogas, com grande festividade, ou, outros ainda, que iniciavam as crianças pequenas, nesse dia, no ensino da Torá, através do ensino das letras hebraicas, num quadro enfeitado, ilustrado e colorido, encimado com as palavras de “Torá tsivá lanu...” -Moisés nos ordenou a Lei, por herança da congregação de Jacob”(Deut. 33:4).

Fonte: Sidur Sefer.


Comemoração de Shavuot na beit de Sumaré

*Tivemos apresentação de danças e teatro infantil encenando a entrega das Leis, além da participação das meninas (crianças) na benção das velas junto com a Chavera Yani*

ano 5770:







Shalom aos Chaverim

domingo, 18 de abril de 2010

MAZAL TOV!!!

O casamento judaico torna-se cadosh através de todo o significado que permeia a cerimônia em todos os detalhes, através de kidushin, consagração, e os alicerces que deverão formar o novo lar e o relacionamento do casal


O mais novo casal israelita da Congregação Israelita!!!
No dia 11 de abril, o chaver Daniel e a chaverá Hanna (Rosana) formaram mais um casal em nossa beit. Que o Eterno os abençoe grandemente!!! São os votos de toda a congregação!!!
MAZAL TOV




Pessach


Significado

A chegada de Yaacov e sua família no Egito foi uma marcha triunfal. Assim foi também a partida, 210 anos depois, de seus filhos, os filhos de Israel, do Egito. Esta era a diferença: a pequena família de setenta pessoas havia se tornado uma nação grandiosa e unificada de três milhões de almas, das quais, 600.000 homens adultos.

Em cada geração uma pessoa é obrigada a considerar-se como tendo realmente saído do Egito. A redenção do Egito e a subsequente experiência da entrega da Torá estabelece a identidade do povo judeu como "servos de D'us", e não "servos de servos".

Após deixarem o Egito, eles jamais poderiam estar sujeitos a este tipo de servidão. Um grande sábio, conhecido como o Maharal de Praga explica exaustivamente como a liberdade adquirida pelo êxodo transformou a natureza essencial de nosso povo. Apesar das conquistas e escravidão impostas por outras nações, a natureza fundamental do povo judeu nunca mudou.

Com o Êxodo, adquirimos a natureza e qualidades de homens livres. Esta natureza é mantida apenas porque D'us está constantemente nos libertando do Egito. O milagre da redenção não é um evento do passado, mas um fato constante em nossas vidas.


Algumas fotos de nossa comemoração:




Mais informações sobre a festa de Pessach se encontram so Sidur, página 472.


Esse é uns dos melhores vídeos e relatos que vi sobre a Pessach.

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Entrevista com Faraó Ramises
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Shalom!!!

A festa de Purim



A festa de Purim, celebrada no décimo quarto dia de Adar, é o dia mais alegre do calendário judaico. Um dia, segundo nossos sábios, no qual devemos alegrar-nos mais do que em qualquer outra de nossas festas.
Em Purim celebramos a milagrosa salvação dos judeus da Pérsia, que lá foram exilados após a destruição do Primeiro Templo. O nome da festa advém da palavra persa "pur", que significa "sorte". A Meguilat Esther o livro que relata com detalhes a história de Purim explica: "Por isso, àqueles dias chamam Purim (sortes)" por causa da sorte que Haman havia lançado, determinando o dia em que os judeus seriam aniquilados".

As Mitsvot de Purim

Os Principais Preceitos de Purim:
OUÇA A LEITURA DA MEGUILÁ

Para reviver os milagrosos eventos de Purim, ouvimos a leitura da Meguilá (Rolo de Ester), este ano (2010) sábado à noite, 27 de fevereiro, e uma vez mais na segunda-feira, no decorrer do dia 28 de fevereiro. As duas leituras são obrigatórias.
Quando o nome de Haman for mencionado faz-se barulho com o reco-reco.
A leitura é ouvida atentamente para que nenhuma palavra seja perdida.

PRESENTEIE OS NECESSITADOS

Interesse e dedicação para com os necessitados é uma responsabilidade durante o ano todo. Particularmente em Purim, a mitsvá mais importante é lembrar dos menos afortunados. Dê um donativo a pelo menos duas pessoas carentes no decorrer do dia. A melhor maneira de cumprir esta mitsvá é através da doação direta. Se por acaso não encontrar nenhuma pessoa nessas condições deposite algum dinheiro nas caixinhas de tsedacá.

ENVIE ALIMENTOS COMO PRESENTE

Em Purim enfatizamos o mérito da união e amizade judaicas, enviando aos amigos dádivas sob forma de alimentos. Mande no decorrer de domindo, 28 de fevereiro, a pelo menos um amigo, no mínimo duas espécies comestíveis casher (no mínimo, 30g para sólidos e 86ml para líquidos) prontas para comer (por exemplo: doces, frutas, bebidas, etc.).

PARTICIPE DE UMA REFEIÇÃO FESTIVA

Como em todas as festas, uma refeição especial é feita para celebrar Purim (incluindo carne e vinho), quando familiares e amigos se reúnem para comemorar a data.

Algumas fotos da nossa festa (ano 5770):









"Chag Purim Sameach!!!"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Havdala e o povo




A Havdalah é um momento triste, porém ficamos na espectativa de chegar-mos a mais um espaço de aprendizado e alegrias. Em cima estão alguns de nossa beit, que abrilhantaram este shabat mais uma vez, sem contar os outros que não sairão nas fotos.
Mazal Tov a todos.

Shabat na Kehilah



Shabat na kehilah, é dia de alegrias, de aprendizado e mais. Vejam como todos aprendem algo, do seu jeito mais aprendem.
Temos estudos de tarde, os meninos que ensaiam violão, a dança, o grupo de cantico, sem contar o rosh que nos passou uma ótima prédica no avodat deste shabat.

Shavua Tov...